ESTE
NOSSO ALENTEJO...
ESTE MAR DE ESPIGAS ALOIRADAS
Meus pés, estes campos de verde vestidos, estão pisando,
E meus olhos olham lá ao longe, as loiras espigas ondeando,
Entre a névoa quente, que do chão se alevanta...
Pois meu coração, que de tristeza se sentia,
Segreda p’ra minha alma, ao ver que ela também sorria,
Segredos, de quem se sente feliz... com tal beleza que espanta.
E olho o casario, qual ilha branca neste mar de espigas aloiradas,
Que de branco está vestido, como as velas do navio, enfunadas,
Prontas p’ra navegar no calor que do montado já está aproximar...
E meu coração, sentidamente, a Deus uma prece fica rezando,
Pedindo-Lhe, p’ra que o trigal dourado, Ele esteja abençoando,
E este mar de pão, pela brisa agitado, nunca venha a terminar.
Depois olho a velhinha com o chapéu, a cabeça protegendo,
De xaile negro pelas costas... a tristeza, no coração, escondendo,
A caminho da igreja, para aos seus santinhos rezar...
Rezar pelo seu amor... que mais cedo, desta vida, já partiu,
Por ele, que este lindo mar de espigas aloiradas, já não viu,
Para que entre as espigas do céu, se venham de novo a encontrar.
(J. Carlos - Janeiro. 2009)
Livro 2 (Silêncios… da Minha Alma)
ESTE MAR DE ESPIGAS ALOIRADAS
Meus pés, estes campos de verde vestidos, estão pisando,
E meus olhos olham lá ao longe, as loiras espigas ondeando,
Entre a névoa quente, que do chão se alevanta...
Pois meu coração, que de tristeza se sentia,
Segreda p’ra minha alma, ao ver que ela também sorria,
Segredos, de quem se sente feliz... com tal beleza que espanta.
E olho o casario, qual ilha branca neste mar de espigas aloiradas,
Que de branco está vestido, como as velas do navio, enfunadas,
Prontas p’ra navegar no calor que do montado já está aproximar...
E meu coração, sentidamente, a Deus uma prece fica rezando,
Pedindo-Lhe, p’ra que o trigal dourado, Ele esteja abençoando,
E este mar de pão, pela brisa agitado, nunca venha a terminar.
Depois olho a velhinha com o chapéu, a cabeça protegendo,
De xaile negro pelas costas... a tristeza, no coração, escondendo,
A caminho da igreja, para aos seus santinhos rezar...
Rezar pelo seu amor... que mais cedo, desta vida, já partiu,
Por ele, que este lindo mar de espigas aloiradas, já não viu,
Para que entre as espigas do céu, se venham de novo a encontrar.
(J. Carlos - Janeiro. 2009)
Livro 2 (Silêncios… da Minha Alma)
imagem da Net
... sonhando acordado com este Alentejo, que um dia me acolheu...
e que eu tanto amei.
... sonhando acordado com este Alentejo, com que sempre estou sonhando...
nos meus sonhos.
... sonhando acordado com este Alentejo, que um dia me acolheu...
e que eu tanto amei.
... sonhando acordado com este Alentejo, com que sempre estou sonhando...
nos meus sonhos.

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