O
TEMPO...
DOS
TEMPOS QUE PASSARAM
Acordei, pensando no
tempo dos tempos, que tão bem souberam,
Em que ainda jovem
menino, na rua então brincava,
Com qualquer coisa,
ou amigo, que na minha rua passava,
Fazendo brinquedos,
que os miúdos ricos, na vida nunca tiveram.
Os carros e
trotinetas, de velhas rodas de esferas, construíamos,
E as ruas
inclinadas, eram pistas que escolhíamos para andar,
Mas quando as
fisgas, de galhos de madeira, nós fazíamos,
Era sempre com a
ideia, de nos pardais, tentar neles acertar.
As sarjetas, das
velhas ruas, até p’ra balizas serviam,
Quando de hóquei em
campo, na rua, estávamos p’rá li jogando,
Aproveitando as
meias velhas, p’rás bolas que íamos chutando,
Entre portas de
vizinhas, que de balizas verdadeiras nos pareciam.
Também ás “púrrias”
nós ás vezes guerreávamos,
Procurando, ao
“inimigo” do outro bairro, o terreno conquistar,
Terreno que lá
ficava, e onde todos nós depois por lá passávamos,
Esperando, por
outras “púrrias”, p’ra noutro dia de novo começar.
São momentos do
passado, que alegremente estou recordando,
E tantas coisas
lindas haveria ainda p’ra lembrar...
Mas os tempos passaram...
e tudo o mais nesta vida irá passar,
E p’ra sempre
esquecido ficará… o que hoje ainda estou lembrando.
(J. Carlos – Julho.
2006)
Livro 2 (Silêncios…
da Minha Alma)
imagem da net

Belo, J.Carlos. Parabéns!
ResponderEliminarMalu Morais, Feliz pela sua visita, Muito Obrigado pelo simpático comentário.
ResponderEliminarFraterno abraço... D'Áquém-Mar.